A disputa para o Senado nas eleições de 2018 promete ser das mais acirradas no Rio Grande do Norte. As duas vagas, hoje ocupadas pelos senadores Garibaldi Alves (PMDB) e José Agripino Maia (DEM), serão postas à disposição e pelo menos três novos nomes já admitem que vão alçar vôo nessa disputa: Magnólia Figueiredo (SD), deputada Zenaide Maia (PR) e ex-deputado Ney Lopes (PSD). Pelo que se desenha, com a permanência da senadora Fátima Bezerra (PT) na função, já que ela dispõe de mais quatro anos de mandato, abre-se a possibilidade de haver, a partir do próximo ano, três mulheres no Senado representando o estado.
As citações dos dois atuais senadores em investigações de corrupção, bem como o apoio deles a projetos impopulares encaminhados pelo presidente Michel Temer ao Congresso, tornam o pleito ainda mais competitivo.
Apesar de se tratar de eleição para o Legislativo, o pleito para senadores é diferente do formato que elege deputados (estaduais e federais) e vereadores.
As vagas são poucas, comparando-se aos outros cargos do Legislativos, sendo apenas três para cada estado e Distrito Federal. Os três senadores que representam suas respectivas federações não são eleitos de uma vez. A disputa se reveza, sendo uma vaga em uma eleição e duas vagas na eleição seguinte.
Com isso, o Senado é parcialmente renovado a cada quatro anos. Sempre é ou são eleitos aqueles que obtiverem maior número de votos e em apenas um turno. A cada eleição (realizadas de 4 em 4 anos) são nomeados, de forma alternada, um ou dois senadores, que irão cumprir seu mandato ao longo de 8 anos.
Em uma eleição, portanto, ficam à disposição de postulantes duas vagas de senador por estado (no Brasil inteiro, 54), como será o caso do pleito de 2018. Na eleição seguinte, quatro anos depois, apenas uma vaga é colocada em disputa por estado (ao todo, 27). Não há limites de mandatos para reeleição de senadores.
As citações dos dois atuais senadores em investigações de corrupção, bem como o apoio deles a projetos impopulares encaminhados pelo presidente Michel Temer ao Congresso, tornam o pleito ainda mais competitivo.
Apesar de se tratar de eleição para o Legislativo, o pleito para senadores é diferente do formato que elege deputados (estaduais e federais) e vereadores.
As vagas são poucas, comparando-se aos outros cargos do Legislativos, sendo apenas três para cada estado e Distrito Federal. Os três senadores que representam suas respectivas federações não são eleitos de uma vez. A disputa se reveza, sendo uma vaga em uma eleição e duas vagas na eleição seguinte.
Com isso, o Senado é parcialmente renovado a cada quatro anos. Sempre é ou são eleitos aqueles que obtiverem maior número de votos e em apenas um turno. A cada eleição (realizadas de 4 em 4 anos) são nomeados, de forma alternada, um ou dois senadores, que irão cumprir seu mandato ao longo de 8 anos.
Em uma eleição, portanto, ficam à disposição de postulantes duas vagas de senador por estado (no Brasil inteiro, 54), como será o caso do pleito de 2018. Na eleição seguinte, quatro anos depois, apenas uma vaga é colocada em disputa por estado (ao todo, 27). Não há limites de mandatos para reeleição de senadores.
Fonte: Novo Notícias

Comentários
Postar um comentário