Em despacho assinado às 10h45 desta quinta-feira (20), o juiz federal de primeira instância Sergio Moro marcou para 13 de setembro a audiência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo processo derivado da operação Lava-Jato que o petista responde em Curitiba.
Nele, o Ministério Público Federal acusa Lula de receber como propina da Odebrecht um terreno onde seria construída a nova sede do instituto que leva o nome do ex-presidente, na Vila Clementino, zona sul de São Paulo, e um imóvel vizinho ao apartamento do petista, em São Bernardo do Campo, região metropolitana da capital.
No despacho, Moro abre a possibilidade de que o depoimento seja prestado por videoconferência a partir de São Paulo, para evitar uma nova vinda de Lula a Curitiba, "considerando o havido no interrogatório [na ação penal do apartamento tríplex], que acabou envolvendo gastos necessários, mas indesejáveis de recursos públicos com medidas de segurança." Quem irá decidir sobre tal possibilidade é a defesa de Lula, em prazo de cinco dias, fixado pelo juiz.
Fonte: Valor
Nele, o Ministério Público Federal acusa Lula de receber como propina da Odebrecht um terreno onde seria construída a nova sede do instituto que leva o nome do ex-presidente, na Vila Clementino, zona sul de São Paulo, e um imóvel vizinho ao apartamento do petista, em São Bernardo do Campo, região metropolitana da capital.
No despacho, Moro abre a possibilidade de que o depoimento seja prestado por videoconferência a partir de São Paulo, para evitar uma nova vinda de Lula a Curitiba, "considerando o havido no interrogatório [na ação penal do apartamento tríplex], que acabou envolvendo gastos necessários, mas indesejáveis de recursos públicos com medidas de segurança." Quem irá decidir sobre tal possibilidade é a defesa de Lula, em prazo de cinco dias, fixado pelo juiz.
Fonte: Valor
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